Arquivo da categoria: Filosofia

Nietzsche y el experimentador

En mi esfuerzo por compreender mi espacio en el blog y en la produción de contenido digital yo creo que debo compreender y explicar lo que significa el experimento (Versuch) y el experimentador.

Ahí yo tomo esta palabra “Versuch” en el sentido qué el filósofo alemán Friedrich Nietzsche a empregaba en sus textos.

Para empreender a este intento yo usaré el Dicionário Nietzsche de el GEN – Grupo de Estudos Nietzsche. Grupo de estudios de USP – Universidade de São Paulo.

En este diccionario más alla de la entrada en qué aclara el significado de experimento nos da aforismos de Nietzsche en qué el emprega la palabra Versuch (experimento).

Antes de eso quiero expor aquí un parágrafo de la entrada qui aclara el termino:

El hecho de que la aplicación de este calificador se limitan a pocos explica en gran medida por la forma en que Nietzsche entiende la experiencia, es decir, en una nueva dirección y en oposición a los valores de sabor y de tiempo. Para ser un experimentador, como el filósofo concibe, es necesario, con coraje y audacia, aflojar la creencia y el deseo de certeza y fijeza, predispone a tomar las cosas provisionalmente, aventurarse sin temor a la deambulación y el error, aventura y peligro, para poner en marcha la conquista de lo desconocido y siempre consideran sus propias vivencias como experimentos; se debe, sobre todo, a la cuestionar valores tradicionales y no tener miedo a coquetear con lo que se considera prohibido, pequeña y despreciable y goza de mala reputación: el experimentador es un extemporáneo. Así que sus ensayos se necesita fuerza: sólo los espíritus más fuertes y más fuertes tiempo podrían llevar a cabo el intento de asociar la mala conciencia todos los ideales idolatrados hasta el momento, que, sin embargo, son hostiles a la vida y calumniadores del mundo. Quién así concibe el experimentar es, por tanto, reputado malo y no puede enfrentar nada más que la soledad y el desierto. Ahora bien, para determinar lo que el experimentar no es de extrañar que Nietzsche pretende tan pocos el propio epíteto de experimentador. EXPERIMENTO (VERSUCH), VERBETES, DICIONÁRIO NIETZSCHE * Verbete escrito por Eder Corbanezi

Sobre esto voy decir algunas palabras y hascer varias cuestiones.

“El hecho de que la aplicación de este calificador se limitan a pocos explica en gran medida por la forma en que Nietzsche entiende la experiencia, es decir, en una nueva dirección y en oposición a los valores de sabor y de tiempo” – Nietzsche ha llamada experimentador a pocos.

“Para ser un experimentador, como el filósofo concibe, es necesario, con coraje y audacia,

aflojar la creencia y el deseo de certeza y fijeza,

predispone a tomar las cosas provisionalmente,

aventurarse sin temor a la deambulación y el error, aventura y peligro,

para poner en marcha la conquista de lo desconocido y siempre consideran sus propias vivencias como experimentos; se debe, sobre todo,

a la cuestionar valores tradicionales y no tener miedo a coquetear con lo que se considera prohibido, pequeña y despreciable y goza de mala reputación:

el experimentador es un extemporáneo”

Esto es lo que define el experimentador como Nietzsche lo compreendia.

“Así que sus ensayos se necesita fuerza: sólo los espíritus más fuertes y más fuertes tiempo podrían llevar a cabo el intento de asociar la mala conciencia todos los ideales idolatrados hasta el momento, que, sin embargo, son hostiles a la vida y calumniadores del mundo” – una certeza que tengo es de que nuestro tiempo no puede ser descrito como fuerte!

“Quién así concibe el experimentar es, por tanto, reputado malo y no puede enfrentar nada más que la soledad y el desierto” – aparentemente siempre aparece en los más diferentes filosofos el conplejo de la Caverna de Platón.

“Ahora bien, para determinar lo que el experimentar no es de extrañar que Nietzsche pretende tan pocos el propio epíteto de experimentador” – Bueno.

Pedro Possebon, Santo André, 25 Marzo 2017

Anúncios

Rei-filósofo

Corre muito entre os leigos que a proposta de Platão para uma cidade justa seria autoritária ou algo do tipo. Para Platão rei-filósofo, escolhido entre os sábios da cidade, governaria esperando o dia de sair, para voltar a se dedicar à Filosofia – ou seja, a contemplação das formas puras. Isso não quer dizer de maneira alguma que ele seria um tirano que governa por toda a vida. Platão na República crê que ninguém, numa cidade justa, quereria governar. Administrar a cidade é uma tarefa dura e se o governante quisesse receber o que merece pelo serviço seria chamado de mercenário ou corrupto, se procurasse conseguir por outros meios o devido pagamento. Apenas em uma cidade injusta alguém desejaria governar, porque ninguém quer ser mandado por alguém pior que si. Por isso todos lutam pelo poder. Ninguém quer ser mandado por um incompetente.

Educação:

“A experiência de si passa por dois níveis: percepção ingênua e reflexão. Nível ingênuo, como lhe é próprio, nenhuma consciência pode fazer outra coisa além de apreender suas cunhagens, programações e adestramentos. Quer em sensações, sentimentos ou opiniões, ela sempre precisa dizer de início: este sou eu! Assim se mostra o meu sentimento, assim se constitui o meu posicionamento. Eu sou como eu sou. No nível reflexivo, a autoconsciência conquista uma clareza em relação a si mesma: assim são as minhas programações, as minhas cunhagens, os meus adestramentos; assim fui educado; assim me tornei; assim funcionam os meus “mecanismos”; assim trabalha em mim aquilo que eu ao mesmo tempo sou e não sou.”

Crítica da ilusão privada, Os oito desmascaramentos, Considerações prévias, Crítica da Razão Cínica de Peter Sloterdijk

A invenção da utopia

A ideia antiga de utopia desapareceu com a descrença na metafísica. Uma das chatices do fim da metafísica é que o homem deixou de pensar nos milênios que lhe seguiriam. Tudo aquilo que é mais duradouro que o bronze deixou de ser tema das mentes de nosso tempo. A ideia de utopia está ligada com o pensar o longe. Pensar o mais duradouro que o bronze. O pensamento utópico é um compromisso do ser de determinado tempo com as gerações futuras. Não com a dos filho, ou netos, nem bisnetos – como poderiam pensar o ecologistas. Mas sim um compromisso com o continuar da humanidade como algo, algo humano. O fim da utopia no sentido antigo não se deu com aquele alemão que inspirou as massas operárias. Mas sim com aquele outro que pensou no além-do-homem.

Pensar numa sociedade justa é uma preocupação muito coerente para aquele que quer reconstruir sua sociedade [reconstruir uma sociedade que passou por uma situação de anomia]. No sentido de pensar as bases sob as quais ela deve ser assentada.

O gênero literário utópico é uma crítica do mundo vigente por meio de mundos além do presente.

Pensar outros mundos para o nosso presente é imaginar quais serão as tecnologias em cinco mil anos.

Quando perguntado como seria a terceira guerra mundial, Einstein respondeu que não sabia. Porém que a quarta seria com paus e pedras. Voltamos aos ecologistas. A grande crítica do mundo vigente é uma crítica da produção não sustentável. Uma crítica negativa porque se baseia em um mundo indesejável – para a maioria. Um mundo em que o planeta voltasse a se recuperar, após o desaparecimento dos seres humanos.

A crítica da tecnologia nasceu na direita e foi sendo ganha pela esquerda. Os Verdes estão sempre ligados à extrema-esquerda.

De uma crítica pesada ao humanismo. À maneira como o homem manipula tudo o que vê. Esta critica foi se transformando numa crítica ao mercado. Este que explora os escassos recursos naturais para ampliar o lucro. Esta crítica teve que passar por cima de um argumento que, apenas de mau, foi muito forte. O de que a exploração desenfreada da natureza poderia diminuir a miséria e a fome no mundo.

Esta crítica trás novamente um clima utópico para o mundo? Se trás, é apenas com uma nova dosagem do veneno. A tecnologia aparece como a grande salvadora para os males da tecnologia.

A invenção do barco é a invenção do naufrágil.

Pedro Possebon, Santo André, 1 de dezembro de 2015

Elogio à Maria de Medeiros

Da belíssima voz ao fascinante bom gosto. És a mais completa e sensual artista que conheço. A poucos cabem esta designação, és a Artista.

Se pudesse ter a inteligencia alguma face seria ela bela. A melhor imagem para representá-la és tu. És a inteligência em sua Forma mais bela.

Da primeira vez que vi-te, foi numa sala quente no verão brasileiro. Porém não era o calor que me fazia mossa, eu fervia no embalo do Amor.

Tua bela voz e belo rosto do mesmo lado vêm. Tua beleza completa inspira e harmoniza a mim também.

O belo nos vossos discos e filmes são fruto de teu enorme talento. O belo em ti não vem de lado algum. Porém o Amor em mim é por ti causado!

Pedro Possebon

As crianças birrentas da idade moderna.

Pior que ser colocado em uma imensa torre como Rapunzel no passado, hoje, seria a bruxa querer ser a garota. Este é o drama dos jovens hoje. Eles não podem crescer, pois são invejados pelos pais.

Contardo Calligaris escreveu sobre isto. Vou colocar os dois artigos sobre aqui junto com um artigo sobre o segundo de Paulo Ghiraldelli. A argumentação do psicanalista vai no sentido de dizer que com a perda de esperança em alguma transcendência ocorrida no século 19. Voltamos nossas esperanças a infância, meio que seguindo Rousseau e tentamos fazer a infância ser melhor possível. Meio que uma reconstrução da transcendência almejada. Um período sem frustrações, nem sexualidade…

O que antes seria um período a ser deixado o mais breve possível – muito com o imperativo rodriguiano “jovens, envelheçam”. Este período passou a ser estendido o máximo possível. Chegando ao penso de ser idealizado pelos próprios adultos que dele deveriam ter largado. Que adulo hoje já não exclamou “como as coisa eram mais simples…” que poderia ser substituído por “como seria melhor não termos comido aquela maçã”. A personagem responsável pela tarefa de Eva, o professor, é aqui odiado. Aquela que nos fez comer do fruto da árvore do conhecimento é nesta sociedade ultrajada – cassetetes e e bombas de gás lacrimogêneo não ão de ser poupadas nesta tarefa, a do eterno desprezo a Eva…

Adultos que não querem crescer impedem os filhos. Eles os imitam, não oferecem a perspectiva de crescerem. Num mundo com muitos divórcios – sinal de alguma infantilização? Isto se consubstancia é um a eterna disputa pelo amor do filho. Mimos são o de menos, surpreende que um pai que quer ganhar o amor do filho (em detrimento do outro, divórciados ou não!) deixe a criança andar ou até deslizar sozinha. O rebento passa a ser uma loira, independente da cor do cabelo ou de gênero. Não lhe deixam fazer nada. O mundo está mais loiro, isto é visível não apenas nas mechas que meninos e meninas fazem no cabelo.

Creio que esta é uma condição passageira. Já aqui eu recomendei três filmes, o Boyhood, o Whiplash e um brasileiro (calma) chamado Não faço a menor ideia do que to fazendo com a minha vida. Estes três filmes mostram jovens nesta condição, tentando deixar de ser. Os três filmes são muito bons, o último é uma espécie de de síntese dos outros dois, só que no Brasil… É muito significativo prestar atenção em quem diz a frase “Eu não faço a menor ideia do que estou fazendo com a minha vida”. Nos três filmes os infantis são os adultos. Três casos de pais separados (ou semi-separados como no filme brasileiro), o caso do Whiplash é mais engraçado. O do Boyhood é ótimo, tanto na figura do pai quanto na da mãe. Não trabalhar, exceto os que o fazem por motivos filosóficos – como Emil M. Cioran – normalmente esta ligado com certa infantilidade. Trocar constantemente de casa, marido, emprego também.

Meio que os três filmes não tem final, mas os três circulam na temática amorosa e na necessidade de arrumar um “métier”. Isto me lembra de uma parte do Memórias Póstumas de Brás Cubas. Em que Brás Cubas está deitado na cama, desiludido no amor e tendo concluído o curso de Direito. Para tirar o filho desta condição o pai entra com duas coisas, uma esposa e um emprego. Claro, se tratando de um romance realista nenhum dos dois deu muito certo. A mulher morreu convulsa, o emprego era de político, o que acabou por reavivar a primeira desilusão amorosa! Machado! Sempre Machado, já no século 19 ele deu uma boa solução para o ocidente. Melhor seria uma intervenção estatal, a escola deveria ensinar, porém, para além de dar uma profissão as escolas poderiam garantir também a “bolsa ficante”. Proposta pelo Filósofo Paulo Ghiraldelli, ela nos lembra de que na adolescência nenhum jovem está centrado em estudar. Ele está muito mais interessando no seu corpo que se desenvolve e nos corpos das colegas. Estas, nesta idade, percebem que podem atrair homens mais velhos com as mudanças no seu corpo. Vou tentar deixar estes textos aqui. São pelo menos uns três do autor que andam em volta desta ideia. A bolsa ficante seria uma escola que oferecesse atividades no período da tarde. Ver as alunas fazendo ginástica é um bom incentivo para voltar bem rápido para a escola…

Um amor e um métier. Esta pode ser uma solução para as crianças birrentas da idade moderna…

Referencias:

Maioridade penal? – Contardo Calligaris

O novo abuso de criança – Contardo Calligaris 

Calligaris e Ortellado: desencontro infantil – Paulo Ghiraldelli Jr.

“Bolsa ficante” – Paulo Ghiraldelli Jr.