Arquivo da tag: Pedro Possebon

Nietzsche y el experimentador

En mi esfuerzo por compreender mi espacio en el blog y en la produción de contenido digital yo creo que debo compreender y explicar lo que significa el experimento (Versuch) y el experimentador.

Ahí yo tomo esta palabra “Versuch” en el sentido qué el filósofo alemán Friedrich Nietzsche a empregaba en sus textos.

Para empreender a este intento yo usaré el Dicionário Nietzsche de el GEN – Grupo de Estudos Nietzsche. Grupo de estudios de USP – Universidade de São Paulo.

En este diccionario más alla de la entrada en qué aclara el significado de experimento nos da aforismos de Nietzsche en qué el emprega la palabra Versuch (experimento).

Antes de eso quiero expor aquí un parágrafo de la entrada qui aclara el termino:

El hecho de que la aplicación de este calificador se limitan a pocos explica en gran medida por la forma en que Nietzsche entiende la experiencia, es decir, en una nueva dirección y en oposición a los valores de sabor y de tiempo. Para ser un experimentador, como el filósofo concibe, es necesario, con coraje y audacia, aflojar la creencia y el deseo de certeza y fijeza, predispone a tomar las cosas provisionalmente, aventurarse sin temor a la deambulación y el error, aventura y peligro, para poner en marcha la conquista de lo desconocido y siempre consideran sus propias vivencias como experimentos; se debe, sobre todo, a la cuestionar valores tradicionales y no tener miedo a coquetear con lo que se considera prohibido, pequeña y despreciable y goza de mala reputación: el experimentador es un extemporáneo. Así que sus ensayos se necesita fuerza: sólo los espíritus más fuertes y más fuertes tiempo podrían llevar a cabo el intento de asociar la mala conciencia todos los ideales idolatrados hasta el momento, que, sin embargo, son hostiles a la vida y calumniadores del mundo. Quién así concibe el experimentar es, por tanto, reputado malo y no puede enfrentar nada más que la soledad y el desierto. Ahora bien, para determinar lo que el experimentar no es de extrañar que Nietzsche pretende tan pocos el propio epíteto de experimentador. EXPERIMENTO (VERSUCH), VERBETES, DICIONÁRIO NIETZSCHE * Verbete escrito por Eder Corbanezi

Sobre esto voy decir algunas palabras y hascer varias cuestiones.

“El hecho de que la aplicación de este calificador se limitan a pocos explica en gran medida por la forma en que Nietzsche entiende la experiencia, es decir, en una nueva dirección y en oposición a los valores de sabor y de tiempo” – Nietzsche ha llamada experimentador a pocos.

“Para ser un experimentador, como el filósofo concibe, es necesario, con coraje y audacia,

aflojar la creencia y el deseo de certeza y fijeza,

predispone a tomar las cosas provisionalmente,

aventurarse sin temor a la deambulación y el error, aventura y peligro,

para poner en marcha la conquista de lo desconocido y siempre consideran sus propias vivencias como experimentos; se debe, sobre todo,

a la cuestionar valores tradicionales y no tener miedo a coquetear con lo que se considera prohibido, pequeña y despreciable y goza de mala reputación:

el experimentador es un extemporáneo”

Esto es lo que define el experimentador como Nietzsche lo compreendia.

“Así que sus ensayos se necesita fuerza: sólo los espíritus más fuertes y más fuertes tiempo podrían llevar a cabo el intento de asociar la mala conciencia todos los ideales idolatrados hasta el momento, que, sin embargo, son hostiles a la vida y calumniadores del mundo” – una certeza que tengo es de que nuestro tiempo no puede ser descrito como fuerte!

“Quién así concibe el experimentar es, por tanto, reputado malo y no puede enfrentar nada más que la soledad y el desierto” – aparentemente siempre aparece en los más diferentes filosofos el conplejo de la Caverna de Platón.

“Ahora bien, para determinar lo que el experimentar no es de extrañar que Nietzsche pretende tan pocos el propio epíteto de experimentador” – Bueno.

Pedro Possebon, Santo André, 25 Marzo 2017

Las palabras y los números

Hay quién guste de letras, Hay quién guste de números. Sin embargo, cuando nos damos cuenta de que las letras y números son una y la misma cosa?

Cuando hemos de recordar que las letras y los números eran los mismos?

Cuando se nos va a quedar claro que el mundo es uno y siempre el mismo?

Pedro Possebon, 24 de março de 2017, Santo André

Fotos, Rússia e ano novo

“Olá, feliz ano novo. Onde você passou a virada do ano?” Sim, você já fez esta pergunta. Não se preocupe, você não é o único chato do mundo. Em vários países a passagem do ano pode ser um evento interessante e divertido. Porém não no Brasil. Nós estamos a menos três horas de Londres, ou seja, os primeiros a passar de ano o fizeram 15 horas antes de nós. Não podemos comemorar um ano já usado por bilhões de pessoas – não faz sentido nenhum isso. Estou decidido não fazer a passagem de ano para 2017. Ficarei na frenteira de um daqueles estados que não adotam o horário de verão e esperarei até onze e meia para pegar um voo até São Paulo. Chegarei no estado a uma da manhã. Quando me perguntarem onde passei a virada do ano, mando às favas! Porém acho que não será necessário tanta meticulosidade para não passar a virada do ano aqui no Brasil. A Standard & Poor’s anunciou que se a nossa economia seguir no ritmo em que está só poderemos passar de ano três meses depois do Japão! Num país desses do mundo, os governantes organizaram uma queima de fogos numa praça central. Porém, por medidas de segurança o povo não pode participar da festa. Em qual país foi? Rússia! É uma boa a alegoria para a democracia russa. Populismo sem povo, Putin eleito de novo! Ligo a TV e todos estão fazendo seus votos. Creio que algumas emissoras poderiam pedir para não falir neste ano que inicia, mas o papai noel não faz milagre! Quero fazer um voto para este ano que aqui se inicia, que no ano que vem ninguém escreva legendas óbvias nas imagens. Por exemplo, você está em traje de banho, todo molhado e deitado na areia. Se for escrever uma legenda coloque “fim de ano na Dinamarca”. Não escreva apenas “praia” porque nós já percebemos a mensagem. Que em 2016 eu demore mais de uma semana para mudar de sentado da vida! Pedro Possebon, 1 de janeiro de 2016, Santo André

A invenção da utopia

A ideia antiga de utopia desapareceu com a descrença na metafísica. Uma das chatices do fim da metafísica é que o homem deixou de pensar nos milênios que lhe seguiriam. Tudo aquilo que é mais duradouro que o bronze deixou de ser tema das mentes de nosso tempo. A ideia de utopia está ligada com o pensar o longe. Pensar o mais duradouro que o bronze. O pensamento utópico é um compromisso do ser de determinado tempo com as gerações futuras. Não com a dos filho, ou netos, nem bisnetos – como poderiam pensar o ecologistas. Mas sim um compromisso com o continuar da humanidade como algo, algo humano. O fim da utopia no sentido antigo não se deu com aquele alemão que inspirou as massas operárias. Mas sim com aquele outro que pensou no além-do-homem.

Pensar numa sociedade justa é uma preocupação muito coerente para aquele que quer reconstruir sua sociedade [reconstruir uma sociedade que passou por uma situação de anomia]. No sentido de pensar as bases sob as quais ela deve ser assentada.

O gênero literário utópico é uma crítica do mundo vigente por meio de mundos além do presente.

Pensar outros mundos para o nosso presente é imaginar quais serão as tecnologias em cinco mil anos.

Quando perguntado como seria a terceira guerra mundial, Einstein respondeu que não sabia. Porém que a quarta seria com paus e pedras. Voltamos aos ecologistas. A grande crítica do mundo vigente é uma crítica da produção não sustentável. Uma crítica negativa porque se baseia em um mundo indesejável – para a maioria. Um mundo em que o planeta voltasse a se recuperar, após o desaparecimento dos seres humanos.

A crítica da tecnologia nasceu na direita e foi sendo ganha pela esquerda. Os Verdes estão sempre ligados à extrema-esquerda.

De uma crítica pesada ao humanismo. À maneira como o homem manipula tudo o que vê. Esta critica foi se transformando numa crítica ao mercado. Este que explora os escassos recursos naturais para ampliar o lucro. Esta crítica teve que passar por cima de um argumento que, apenas de mau, foi muito forte. O de que a exploração desenfreada da natureza poderia diminuir a miséria e a fome no mundo.

Esta crítica trás novamente um clima utópico para o mundo? Se trás, é apenas com uma nova dosagem do veneno. A tecnologia aparece como a grande salvadora para os males da tecnologia.

A invenção do barco é a invenção do naufrágil.

Pedro Possebon, Santo André, 1 de dezembro de 2015

Forrest Gump: uma personagem de Peter Sloterdijk

Forrest Gump: uma personagem de Peter Sloterdijk
Provavelmente o filósofo alemão assistiu o Forrest Gump, porém creio que na época ele não pensava em bolhas, globos e espumas. Porém a personagem é extremamente sloterdijkana. Talvez o subtítulo O contador de histórias não seja o melhor. Melhor seria o pagador de promessas.
Resumindo, o filósofo Peter Sloterdijk diz que o homem é sim ser do dentro, no caso, dentro de esferas imunológico-ressonantes. Mas o que são esferas? Explicando em poucas palavras, a esfera é um espaço surreal de no mínimo dos polos imunológico-ressonantes. Os polos se imunizam enquanto ressoam e com isso protegem-se do aberto, o amedrontador “fora”.
A ressonância está para a imunização como o coçar está para a ferida. Quanto maior a ressonância entre os polos a imunização aumenta e torna mais profundo o foço entre os polos e o perigoso “aberto”. A palavra “entre” aqui é fundamental, pois a filosofia de Sloterdijk se funda no espaço entre, nunca sobre os polos. Os polos são fruto da ressonância no entre.
Aqui entra Forrest Gump. Um menino como os outros, pelo menos segundo [a promessa de] sua mãe. Ela faz o papel da mãe-suficientemente-boa. Enquanto a garotinha, paixão da vida dele, fecha a quase perfeita bandinha de que o filósofo alemão diz que precisamos.
O primeiro polo com que nos relacionamos é o acompanhante uterino, dele que surge nossa primeira ressonância. O segundo é o nosso gênio da guarda, que no caso de Forrest trabalhava muito e arduamente! Apenas o terceiro é a mãe. O quarto deveria ser o pai e o quinto – que fecha a bandinha a que chamamos Eu – é o amiguinho, colega, parente, etc.
Fiquei pensando sobre por que o Forrest perdeu o pai. Lembrei-me a história de Eros. Eros é filho da Penúria (mãe) com a Astúcia (pai). Forrest não tinha o pai, Jenny perdera a mãe.
A falta que Forrest tinha da Astúcia lhe obrigou a acreditar na promessa da mãe e esforçar-se para ser como os outros. Curiosamente a única fraqueza de Forrest era na coluna. Logo esta que é feita do mesmo material que o cérebro, ao qual costumamos atribuir a Astúcia.
Forrest me lembra mais uma vez de Peter Sloterdijk. O filósofo, que usa muito da antropologia, concebe o homem como um Ser criado a leite com pera. O homem surgiu como filho defeituoso de um ancestral primitivo. Normalmente os filhos defeituosos são descartados – todos os animais fazem isso. Porém por algum motivo a “mãe” deste ser – que nascera sem pelo, o que o tornava diferente dos irmãos – cuidou do garoto.
Provavelmente porque um isolamento proporcionado pela natureza ou pela comunidade desta “mãe” primitiva permitiu que esta não tivesse que fazer mais nada a não ser cuidar dos “filhos”. O garoto, como era mal nascido, tinha dificuldade de aprendizagem. Por isso ele ganhou a habilidade de aprender a vida toda – diferente dos irmãos que aos dois anos já haviam aprendido tudo o que era necessário.
A condição difícil do moleque junto com a “dedicação” da “mãe” permitiram que ele se tornasse mais forte, insuflado pela promessa da progenitora. A deficiência de aprender pela vida toda permitiu a espécie que começara naquele garoto se proteger.
Talvez a ausência de pelos ou qualquer outra coisa que o diferenciasse dos irmãos símios permitiu que o garoto, mais “belo”, continuasse sua “espécie” – Sloterdijk contesta Darwin quando a este dizer que a seleção sexual se dá pelo mais adaptado.
A “espécie” deste moleque “mimado” pela mãe usou da deficiência intelectual com que nascera para construir tudo o que conhecemos que concerne à espécie humana.
Aí está Forrest Gump. Um ser que pela deficiência formou-se Forrest Gump. Quem é Forrest Gump? Ele membro responde, Forrest Gump quer ser Forrest Gump. Quer ser si mesmo.
Como se dá esse processo. A mãe de Forrest ganha dinheiro alugando a casa. Ela não precisa sair da sua residência. Tem o tempo INTEIRO para dedicar ao garoto. Mesmo que este seja deficiente da Astúcia ela pode ensiná-lo. Ensiná-lo. Ensiná-lo. Ensiná-lo. Ensiná-lo. Ensiná-lo. Ensiná-lo. Ensiná-lo. Ensiná-lo. Ensiná-lo. Ensiná-lo. Ensiná-lo. Um dia, pela prática de ouvir, ele aprende alguma coisa, alguma coisa. Pelo menos a contar histórias… para cumprir a promessa de sua mãe!
Da placenta surge o gênio, do gênio a mãe, da mãe a amiga, da amiga o colega soldado, do colega o tenente. E nesta prática de exercícios de ressonância é que Forrest Gump pode se tornar o que tanto deseja. O que forma o homem é sua prática.
Ninguém desconfiou que o que Forrest fez a vida inteira fora praticar, praticar, praticar? Com exercícios que cada vez mais aumentavam seu grau de perigosidade. As pedras evoluíram às bombas. O moleque evoluiu ao soldado. Com nada mais que a prática diária de correr.
Forrest Gump de promessa à promessa tornou-se si mesmo. Quem é Forest Gump? Corredor! O que poderia fazer ele com a vida perante o sumiço do amor de sua vida? Correr! Ora, corredores correm!
Aqueles que não eram mal nascidos, os que sabiam mais que Forrest Gump não se tornaram nada. Seguiram-no. Um dia ele parou de correr – porque estava cansado! Aqueles que não se tornaram nada não sabiam o que fazer da vida.
Forrest Gump sabia. Aliás, se tem uma coisa da qual ele entende – como o próprio diz – é do Amor… o velho deus Eros! Cada exercício permite o outro mais complexo. Quando o amor da vida dele se foi, deixou o pequeno Forrest, um ao outro continuaram a ressonância.
No primeiro livro de sua trilogia Esferas. Slotedijk começa com a imagem de uma criança insuflando uma bolha de sabão. Quem teria insuflado a criança? O filme termina com uma cena parecida. Forrest Gump é a pena que voa. A pena que voa é Forrest Gump.
Pedro Possebon, 12 de outubro de 2015, Santo André

 

Elogio à Maria de Medeiros

Da belíssima voz ao fascinante bom gosto. És a mais completa e sensual artista que conheço. A poucos cabem esta designação, és a Artista.

Se pudesse ter a inteligencia alguma face seria ela bela. A melhor imagem para representá-la és tu. És a inteligência em sua Forma mais bela.

Da primeira vez que vi-te, foi numa sala quente no verão brasileiro. Porém não era o calor que me fazia mossa, eu fervia no embalo do Amor.

Tua bela voz e belo rosto do mesmo lado vêm. Tua beleza completa inspira e harmoniza a mim também.

O belo nos vossos discos e filmes são fruto de teu enorme talento. O belo em ti não vem de lado algum. Porém o Amor em mim é por ti causado!

Pedro Possebon